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5月25日 WHAT THE #$*! DO WE KNOW!?Uma Perspectiva Budista sobre o Filme "Quem somos nós?".
'É Possível Sair do Sofrimento', ou 'Uma Poética do Espaço'.
Estamos imersos no nosso próprio sofrimento. A cada evento que consideramos desagradável reagimos com desarmonia, com mais desagrado e assim geramos mais sofrimento. A esse círculo vicioso e condicionado o budismo chama "Samsara".
O filme "Quem Somos Nós?" (documentário com depoimentos de cientistas que fazem a ponte entre espiritualidade e ciência) nos diz que no nível subatômico, a essência de qualquer fenômeno físico é o espaço. O espaço das possibilidades, das quais a realidade que cada um vive é só uma dentre infinitas outras possíveis. Por que então insistimos nos mesmos caminhos?
Criamos, desde que nascemos (ou se falarmos de uma perspectiva budista, desde um tempo sem início), marcas no nosso continuum mental, as sementes das situações que hoje experimentamos. O filme nos fala que o que não existe no cérebro, com uma matriz previamente instalada, simplesmente não é percebido, não existe para aquela mente. De fato, o filme nos diz que temos acesso a cada momento a 4 bilhões de bits de informação, dos quais chegam à consciência apenas 2.000 bits. Ou seja, o que percebemos da realidade é condicionado e previamente filtrado, de acordo com os nossos programas pré-instalados. O budismo chamaria os programas já instalados das marcas mentais, ou as impressões que já temos gravadas no nosso continuum mental (poderíamos chamá-lo de disco rígido) e que condicionam o que da realidade perceberemos. Do ponto de vista científico, a mente é identificada com o cérebro, enquanto que do ponto de vista budista a mente não se resume à sua base química, é considerada do ponto de vista mais sutil, pois uma vez que acaba a realidade física (quando o corpo morre) a mente continua a existir. No entanto, ambos concordam absolutamente que o mundo interno é mais poderoso do que o externo, pois é ele que determina/ filtra o que você perceberá do mundo externo.
Vamos criando uma teia de sinapses, de respostas para as situações que se nos apresentam, que se constituem nas ligações entre neurônios que, se freqüentemente repetidas, vão gerar o que no filme é chamado de "relação de longa duração entre os neurônios". Assim, geramos condicionamentos, as marcas mentais para o budismo, respostas habituais com as quais nos identificamos, pensando que isso é o que somos. A cada vez que reagimos de uma forma conhecida (habitual) reafirmamos - recriamos - os caminhos sinápticos pelos quais passa a percepção da realidade no nosso cérebro. Como uma trilha que quanto mais é utilizada vai reforçando um caminho, até que este vira uma estrada, assim funcionam nossas respostas bioquímicas diante das situações; assim estabelecemos as crenças do que é a realidade para nós: por fazermos sempre as mesmas associações de neurônios. Mas pense: neurônios são "soltos". Entre eles há o espaço, o espaço das infinitas possibilidades; somos nós que recriamos as ligações, refazendo as mesmas sinapses, e assim fazendo sempre o mesmo caminho de percepção da realidade.
Um outro ponto importante que o filme nos traz é o de que emoção e reação química são dois lados de uma mesma moeda. Nossas emoções geram descargas químicas que chegam às células através dos receptores celulares, e essas reações químicas viciam tanto quanto qualquer droga. Assim ficamos viciados às nossas emoções (sejam elas quais forem). Como diz Ruth Toledo Altschuler: "Nossa biografia se torna nosso registro biológico".
Qualquer trabalho de transformação pessoal se propõe a abrir novos caminhos, visões, percepções, atitudes, em última instância, novas relações entre os neurônios cerebrais e entre estes e os receptores celulares. Mas, para isso precisamos gerar uma energia para mudança. Lama Gangchen Rinpoche nos diz que: "É preciso ter experiências positivas para querer repeti-las". É preciso relembrar através de nosso espelho de sabedoria que somos feitos de uma energia pura e bela e que, embora nossos condicionamentos nos mostrem um caminho "batido", há outras possibilidades. Eu não sou minha insegurança, não sou meu medo dos outros, não sou minha sensação de rejeição, mas estas são as marcas que cunhei, que gravei no disco do meu continuum mental. Precisamos atualizar a percepção de nós mesmos, deixando de nos contar a mesma história todo o tempo.
Nossas reações emocionais reforçam nossas crenças a respeito de nós mesmos. O espaço é a não reação. Do espaço, brotam as situações que vivemos. A partir do espaço, pela qualidade da intenção, as coisas ganham força e forma. O espaço das possibilidades da realidade subatômica é aquele em que a intenção plasma a realidade fenomênica.
O espaço é a desconstrução da dependência químico-emocional gerada pelos nossos condicionamentos. Desconstruir é primeiro sentir na pele a dor da cadeia do condicionamento, a dor do nosso samsara pessoal, onde nos percebemos como ratos correndo no carrossel das nossas reações habituais. Assim, em princípio, parecemos colapsar, pois passamos a enxergar as amarras. Todas as amarras. Uma maneira de desconstruirmos aquilo a que chamamos realidade é nos atermos às sensações da situação e não "irmos longe" nos emaranhando nas antigas sinapses dos nomes, julgamentos, rótulos, ou preconceitos que damos às situações. Lembro-me de uma praticante budista que, passando por uma doença, disse-me: se eu penso no nome que a doença tem, fico muito pior. Quando consigo deixar o nome de lado e fico só nas sensações, de momento a momento, e do meu dia a dia, tudo fica mais leve; de fato, não estou sentindo dor. O filme nos aponta a direção do caminho da transformação: precisamos agüentar a retirada química das nossas adições (nossa projeção da realidade!) – a síndrome de abstinência ao vício das nossas reações emocionais/químicas; da história que nos contamos do que é a realidade - e arriscar um passo à frente e outro, de momento a momento, não respondendo ao impulso gravado que surge como "um pensamento natural". No fundo, tudo se resume a resistir à tentação de crer que o que vivemos é "A" Realidade, que as coisas "são assim". "A" Realidade não existe. Sobretudo, devemos nos concentrar na intenção de tudo o que fazemos e direcioná-la positivamente. A mente cria a realidade.
Precisamos nos ver como os co-criadores disto que chamamos realidade. Do espaço, brotam as coisas que vivemos. A partir do espaço, pela qualidade da intenção, as coisas ganham força e forma. A mente cria a realidade. Como diz-se numa oração budista tibetana: "Gentil Lama, Senhor que emana e reabsorve um oceano de infinitas mandalas, aos seus pés eu peço". A mente de cristal, livre das próprias adicções e não contaminada, como numa respiração, cria um oceano de infinitas mandalas e as reabsorve; a realidade se constrói e se desconstrói de momento a momento gerando e reabsorvendo essas infinitas mandalas. Por que precisamos ficar fixos nesta realidade condicionada e tediosa, se temos a todo instante o espaço - seja ele o espaço subatômico da ciência ou o de nossa mente de cristal puro, como nos propõe o budismo?
"Quem Somos Nós" é um chamado de responsabilidade pelo que criamos na nossa vida.
Coca-Cola é isso aí!(AUTOR: ANÔNIMO - por motivos óbvios)
A fórmula "secreta" da Coca-Cola se desvenda em 18 segundos em qualquer espectrômetro-ótico, e basicamente até os cachorros a conhecem. Só que não dá para fabricar igual, a não ser que você tenha uns 10 bilhões de dólares para brigar com a Coca-Cola na justiça, porque eles vão cair matando. A fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da Coca-Cola e é proposital exatamente para evitar processo judicial. Não é diferente porque não conseguiram fazer igual não, é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da Coca-Cola que quer um gostinho diferente com menos sal e açúcar. Entre outras coisas, fui eu quem teve que aprender tudo sobre refrigerante gaseificado para produzir o guaraná Golly aqui (nos EUA), que usa o concentrado Brahma. Está no mercado até hoje, mas falhou terrivelmente em estratégia promocional e vende só para o mercado local, tudo isso devido à cabeça dura de alguns diretores. Tive que aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, enlatamento, produção de label de lata, permissões, aprovações e muito etc. e tal. Montei um mini-laboratório de análise de produto, equipamento até para analisar quantidade de sólidos, etc. Até desenvolvi programas para PC para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor. Tire a imensa quantidade de sal que a Coca-Cola usa (50mg de sódio na lata) e você verá que a Coca-Cola fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha e porcaria, adocicado e enjoado. É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser " very low sodium") que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante, e não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce, que também tem de montão: 39 gramas de "açúcar" (sacarose). É ridículo, dos 350 gramas de produto líquido, mais de 10% é açúcar. Imagine numa lata de Coca-Cola, mais de 1 centímetro e meio da lata é açúcar puro... Isso dá aproximadamente umas 3 colheres de sopa CHEIAS DE AÇÚCAR POR LATA!...
Fórmula da Coca-Cola?...
Simples: Concentrado de Açúcar queimado - Caramelo - para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose - açúcar (HFCS - High Fructose Corn Syrup - açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração. O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber, o ph da mistura desce ao valor de 2,8, e o ácido fosfórico, literalmente, frita tudo e em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes, coisa que o cítrico ataca com muito menor violência, pois o ácido ortofosfórico rouba cálcio dos ossos e é o maior contribuidor para o aumento da osteoporose, sem contar o comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea, dos 2 aos 14 anos. Há alguns anos, fizeram uma pesquisa na Alemanha para detectar o porquê do aparecimento de osteoporose em crianças a partir de 10 anos (pré-adolescentes). Resultado: excesso de Coca-cola, por falta de orientação dos pais. Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio (queima o cristalino do olho, queima a pele, etc.). Ele dissolve uma unha em cerca de 4 dias. Só como informação geral, é proibido usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, só a Coca-Cola tem permissão... (claro, se tirar, a Coca-Cola ficará com gosto de sabão). O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor, é mais efeito cosmético e mercadológico, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo) ele está lá até porque legalmente tem que estar (questão de registro comercial), mas se tirar você nem nota diferença no gosto. O gosto é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes. Tem uma empresa química aqui em Bartow, sul de Orlando. Já visitei os caras inúmeras vezes e eles basicamente produzem aromatizantes e essências para sucos. Sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão! Eles produzem isso para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados, até comida colorida e aromatizada. Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, e tantos outros (comentei). O sujeito olhou para mim, deu uma risadinha e me levou para visitar os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos. O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja; morango, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semipolímero). Abacaxi é um festival de ácidos e mais goma. Essência para sorvete de Abacate? Usam até peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate.
- Refrigerante DIET
A Coca-light tem sido considerada cada vez mais pelos médicos e pesquisadores como uma bomba de efeito retardado, por causa da combinação Coca + Aspartame, suspeito de causar lúpus e doenças degenerativas do sistema nervoso. Quer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet? Não uso nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc... Olha, só para abrir os olhos dos cegos: os produtos adocicantes diet têm vida muito curta. O aspartame, por exemplo, após 3 semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo. Para evitar isso, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar buffer (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar "edge" no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai... A lista é enorme. Depois de toda essa minha experiência com produção e estudo de refrigerantes, posso afirmar: Sabe qual é o melhor refrigerante? Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo... Mais nada !!! Nem açúcar, nem sal.
SAIBA QUE... • Em muitos estados nos EUA os patrulheiros rodoviários carregam dois galões de Coca-cola no porta -malas para ser usado na remoção de sangue da pista depois de um acidente. • Se você puser um osso em uma tigela com Coca-cola ele se dissolverá em dois dias. • Para limpar privadas: despeje uma lata de Coca-cola dentro do vaso deixe a "coisa" decantar por uma hora e então dê a descarga. O ácido cítrico na Coca-cola remove manchas na louça do vaso. • Para remover pontos de ferrugem dos pára-choques cromados de automóveis, esfregue o pára-choque com um chumaço de papel de alumínio (usado para embrulhar alimentos) molhado com Coca-cola. • Para limpar corrosão dos terminais de baterias de automóveis: despeje uma lata de Coca-cola sobre os terminais e deixe efervescer sobre a corrosão. • Para soltar um parafuso emperrado por corrosão, aplique um pano encharcado com Coca-cola sobre o parafuso enferrujado por vários minutos. • Para remover manchas de graxa das roupas: despeje uma lata de Coca-cola dentro do tanque com as roupas com graxa, adicione detergente e bata em ritmo regular. A Coca-cola ajuda a remover estas manchas. • A Coca-cola também ajuda a limpar o embaçamento do pára-brisa do seu carro. • Para transportar o xarope de Coca-cola, os caminhões comerciais devem ser identificados com a placa de Material Perigoso que é reservado para o transporte de materiais altamente corrosivos. • Os distribuidores de Coca-cola têm usado a coca para limpar os motores de seus caminhões há pelo menos 20 anos.
Polêmica Coca-cola x Dolly "Imprensa Brasileira... Uma Vergonha"
COCA-COLA PF comprova uso de folha de coca
Laudo do Instituto Nacional de Criminalística (INC) do Departamento da Polícia Federal concluiu: a Coca-Cola do Brasil usa folhas de coca como matéria-prima na fabricação do extrato vegetal (também chamado de mercadoria nº 05) utilizado como componente do seu refrigerante de cola. Segundo a Lei de Fiscalização de Entorpecentes em vigor no país, o Decreto-Lei 891, de 25 de novembro de 1938, o uso dessa substância e de suas preparações é terminantemente proibido, mesmo que não acusem alcalóides entorpecentes. A análise química foi realizada pelos peritos Octavio Brandão Caldas Netto, Felipe Gonçalves Murga e Adriano Otávio Maldaner, em atendimento à solicitação da Câmara dos Deputados de novembro de 2004, em nome do deputado Renato Cozzolino (PDT-RJ). O requerimento questionava, entre outras coisas, se o extrato vegetal usado pela Coca-Cola e importado da empresa estadunidense Stepan Chemical Company era derivado da folha de coca e se continha alguma substância entorpecente derivada da coca.
PROIBIÇÃO DE DERIVADOS
Em relação à primeira pergunta, o laudo atesta: “... as folhas de coca provenientes do vegetal cientificamente denominado Erytroxylum novagranatense, variedade truxillensi, cultivada no Peru, são utilizadas como matéria-prima na fabricação do extrato vegetal a partir do qual é fabricado o refrigerante Coca-Cola”. Em relação à segunda, o texto responde que “as análises químicas realizadas (...) não revelaram a presença de cocaína e outras substâncias entorpecentes e/ou psicotrópicas na composição dos extratos vegetais”. No entanto, revela que algumas substâncias “não foram identificadas por meio de técnicas analíticas empregadas” e que outras análises ainda serão realizadas, “caso sejam úteis para o esclarecimento do caso”. Em comunicado oficial à imprensa, a Coca-Cola do Brasil comemora o fato de que o laudo do INC atesta “que não há nenhuma substância ilegal na fórmula do produto”. Afirma ainda que esse resultado era esperado e, nas palavras do diretor de Comunicação, Marco Simões, que seu produto “já foi exaustivamente testado onde mais interessa: no mercado, por bilhões e bilhões de consumidores, ao longo de 120 anos”. Esquece de mencionar, contudo, que a legislação brasileira não proíbe apenas a utilização de alcalóides entorpecentes, mas de qualquer derivado da folha de coca. Omite também a presença no extrato vegetal das substâncias não identificadas pelo laudo. “Não adianta mascarar a verdade. As autoridades constituídas têm o dever de tomar uma providência imediata, proibindo a comercialização do produto”, afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, Laerte Codonho, dono da empresa de refrigerantes brasileira Dolly. “Como pode um alimento, consumido inclusive por crianças, trazer folhas de coca e outras substâncias não-identificadas?”, questiona uma nota emitida pela empresa brasileira. Desde 2003, a Dolly acusa a Coca-Cola na Justiça de concorrência desleal, abuso do poder econômico e práticas criminosas para tirá-la do mercado. O requerimento da Câmara dos Deputados foi um desdobramento dessa briga. Em comunicado à imprensa, a Coca-Cola acusa a Dolly de coordenar uma campanha difamatória contra si.
COMERCIALIZAÇÃO SUSPENSA
O diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária (Inbravisa), Rui de Andrade Dammenhain, diz que, uma vez comprovada a transgressão da lei, o poder de ação é do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. “O produto, em tese, teria que ter sua comercialização suspensa. É muito difícil esse laudo ser contestado, porque eles (os peritos do INC) são muito criteriosos, e o resultado dele é oficial”, diz, reforçando que a lei brasileira é bem clara em relação ao assunto. Para ele, o fato de o laudo não ter apontado a presença de alcalóides entorpecentes vai causar uma briga jurídica grande pois, apesar da lei proibir a utilização de folha de coca, pode-se alegar que não foram identificadas substâncias que fazem mal à saúde do consumidor: “Agora, é preciso ver quais são essas outras substâncias utilizadas, porque elas podem eventualmente somatizar o efeito no organismo humano. É preciso fazer outros exames, com outros reagentes, para tentar identificar”. Procurado pelo Brasil de Fato, o Ministério da Agricultura preferiu não se manifestar, por não ter sido informado formalmente sobre o assunto. Desde março deste ano, tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) mandado de segurança impetrado pela Dolly contra o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, solicitando providências imediatas com relação à cassação do registro da Coca-Cola. Por meio de representação feita pela empresa brasileira, o laudo do INC passou a fazer parte do processo. Quanto sou livre para questionar-me sobre o que quer que seja?Por Raul Branco
Questione e aguarde...
Toda vez que me vejo dentro de um processo mental que me faz sofrer, que seja de conflito, dúvidas, desconfianças, baixa auto-estima, etc; é sempre certo que por detrás há um sentimento de medo. Geralmente não é muito fácil identificar esta associação, pois nossa mente egótica mantêm-se por um complexo sistema de níveis de proteção que não nos deixa perceber a causa real do sofrimento, não nos deixa ver com clareza o que realmente motiva as emoções negativas de angústia, desespero e separação.
A função deste sistema é manter o atual estado das coisas, prendendo-nos a um negativismo auto-realimentado que gera sempre mais conflito, dúvidas, desconfianças.... que à primeira vista não nos dá chance de ver saída alguma.
Pois bem, o que é que nos leva a procurar proteção para qualquer coisa que nos causa a sensação de perigo, senão o sentimento de medo? Não vejo nada mais que possa causar a necessidade de proteção que não tenha sua motivação num determinado medo.
A própria justificativa de que o medo é necessário para a nossa proteção advém, na realidade, de outros e mais temíveis medos que estão bem guardados em níveis mentais mais profundos que nem sequer ousamos pensar conscientemente sobre eles. E assim refaço agora a pergunta do título: o quanto sou livre para questionar-me sobre o que quer que seja? Eu sempre procuro a liberdade do mais alto, a real liberdade destituída de qualquer medo e que pode ser comparada às das grandes águias que voam nos mais alto dos céus. Os seres rastejantes vêm a águia tão alto que ela lhes parece muito pequena, quase invisível. Ainda não lhes foi invocado o real desejo de voar. Assim eles continuam com a escolha de não conhecerem o glorioso poder dos céus em troca da proteção do sujo e duro chão em que se encontram aprisionados.
Em meus ainda não tão altos vôos, percebi que uma forma interessante de aproximar-se e observar os medos é deixar brotar um determinado questionamento e ficar atento. Se eu fugir deste questionamento, qualquer que seja ele, é porque há medo. Vale a pena lembrar que o processo é muito sutil, normalmente acontece em curtas frações de tempo. Esta fuga rápida da mente é na verdade a defesa que entra em ação preservando os fundamentos que sustentam o medo longe da análise do observador. Tocar em algo que gera medo através do questionamento, faz a defesa entrar em ação e imediatamente a atenção da mente volta-se para algo diferente, como se lhe dissessem: "não mexa nisto, não vale a pena" ou então "é proibido". Com o tempo e alguma disciplina o observador começa a questionar o até então "inquestionável", num caminho de observação não linear, mas cada vez menos segmentado pelas interrupções provocadas pelas defesas que vão sendo uma a uma postas ao chão, jogando no lixo as tão bem guardadas "cascas" de medos adquiridas ao longo da vida e, com isto, obtêm-se mais clareza e transparência no autoconhecimento dos processos mentais.
Parece-me que, paradoxalmente, ter muitos medos ajuda a chegar a este entendimento.
É como se houvesse um lago cheio de peixes e o pescador soltasse a linha com o anzol na água escura. Quanto mais peixes, mais fácil de que algum venha morder a ísca. Assim pode ser vista a mente semelhante ao lago, os peixes aos medos e o pescador ao observador. A disposição do pescador em acreditar que tem chances de pegar um peixe, pescar sem alarde, silenciosa e pacientemente é essencial.
Assim como o pescador joga a isca e espera, questione e aguarde. Há muitos peixes a serem pegos e não tenha medo de encontrar-se com uma piranha, moréia ou até mesmo com um tubarão. Não tenha medo dos medos!
Este é o segredo: quando fisgar um, segure a vara sem alardear. Não brigue com o peixe, deixe que ele se aquiete e o traga para fora. Na superfície ele não pode fazer muita coisa. Assim também são com os medos pequenos ou grandes. Traga-os para sua visão. Pesque-os e os traga para a sua consciência e os veja bem, veja que não são como imaginava, tão feios assim. Aprenda a abrir sua mente e tenha a liberdade de questionar, eis aí a ferramenta de pescar os medos.
Todo o processo deve ser feito com muita gentileza. Não tente brigar com ou negar os seus valores negativos, isto só os afugenta para as profundezas do inconsciente. Basta ter um pouco de vontade, um pouco de fé e esforçar-se um pouquinho só em preencher os vazios com Amor, assim até mesmo os medos mais terríveis tornam-se pequenos lambaris.
4月19日 COMUNICADOOlá, amigos.
Começamos a postar aqui em nosso espaço virtual umas e outras coisinhas de autoria dos membros da Comunidade. Talvez também tenhamos, em breve, artigos de colaboradores. Não estamos prometendo nada, mas é uma possibilidade. As quatro poesias iniciais foram escritas em conjunto, de forma bem espontânea, cada um de nós fazendo uma linha. Foi divertido, nós curtimos o resultado e gostaríamos de compartilhar com você.
Valeu! 4月18日 Comunidade Arco-írisNa vida, há vários recomeços. Cabe a nós segui-los com coragem. Respirando no próximo passo, prosseguimos unidos num abraço, ao vivenciar nossa própria mensagem e gozar sem medo dos tropeços. Somos titãs brindando com champanhe. Os desafios trazem emoção à vida. Corações batem forte pelo caminho, abrindo o sagrado pergaminho. Pintamos uma realidade mais colorida, sonhando que Deus nos apanhe... Melhores que ontem pela força e doação, amadurecemos nesta jornada vertical. Utilizando nossos dons abstratos, mudamos o jeito antigo de ver os fatos, na intenção de vislumbrar o mundo real. Questionamos toda a exatidão. Autoria: Helena, Flávia, Daniel e Frederico Matrix Off LineO
amor incondicional dá a partida Cada
um no seu lugar vai despertar; Construímos
nosso futuro diariamente.
3LoucandoUma
mudança marca o recomeço, O
desafio parece emocionante, Autoria: Helena, Flávia e Daniel Com vivênciaNo quarto confabulamos. Não há como explicar, Três amigos e uma poesia
4月9日 Queen - The MiracleEvery drop of rain that falls
Todo pingo de chuva que cai
3月18日 Wind of Change - ScorpionsWind Of ChangeScorpionsI follow the Moskva
Vento da Mudança 2月17日 Joey Ramone - What a Wonderful WorldI see trees of green, red roses too I see them bloom for me and you And I think to myself What a wonderful world I see skies of blue and clouds of white Bright sunny days, dark sacred nights And I think to myself What a wonderful world The colors of the rainbow are so pretty in the skies Are also on the faces of people walking by I see friends shaking hands saying How do you do? They´re really saying I love you I see babies cry, I watch them grow They´ll learn much more than I´ll ever know And I think to myself What a wonderful world Yes, I think to myself What a wonderful world And I say to myself What a wonderful world Eu vejo árvores verdes, rosas vermelhas também Eu as vejo florescer para mim e você E eu penso comigo "que mundo maravilhoso" Eu vejo céus azuis, e nuvens brancas Dias brilhantes e abençoados, sagradas noites escuras E eu penso comigo "que mundo maravilhoso" As cores do arco-íris, tão belas no lá céu Estão também nos rostos das pessoas indo e vindo Eu vejo amigos dando as mãos, dizendo: "como vai você?" Estão dizendo, na verdade, "Eu te amo" Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescer Eles irão aprender muito mais do que eu jamais vou saber E eu penso comigo "que mundo maravilhoso" Sim, eu penso comigo "que mundo maravilhoso" E eu digo pra mim mesmo Que mundo maravilhoso... 1月26日 Ramones - I Believe in MiraclesI used to be on a endless run
Eu costumava estar numa busca sem fim
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